A primeira vez que fiz sexo anal foi quando estava casado com minha então querida ex-mulher, Heather. Em uma situação incomum, estávamos nus e brincando na cama durante uma tarde preguiçosa de sábado, quando tomei coragem e ousei fazer de uma antiga fantasia minha realidade. Comecei a dedilhar o ânus, enquanto chupava a boceta dela. Para minha surpresa, ela reagiu favoravelmente a minha gentil exploração e eu me entusiasmei. Porém, naquele momento eu não tinha muitas esperanças, até que ela sugeriu que eu arrumasse algum lubrificante.
Não gastei nem um segundo e corri até o banheiro onde encontrei um tubo de vaselina. Me olhei no espelho e dei uma piscada de cumplicidade para mim mesmo, antes de voltar correndo para o quarto. Imagine minha surpresa quando a encontrei de bruços sobre a cama, sua bunda levantada para o alto. Meu sonho, uma realidade!
Me ajoelhei ente suas coxas e apliquei uma generosa camada de vaselina em meu pau e em seu cuzinho. Comecei a provocar, em um vai e vem, e de tão excitado que eu estava, tive medo de gozar antes do tempo. Ela me disse então para não gozar dentro de seu cu, para tirar fora. "Sem problema", eu disse, falsamente, mas que diabos!
Ela gemeu com prazer quando enfiei meu pau devagar e cada vez mais fundo dentro dela. Ela implorou para que eu tocasse o seu clitóris, mas como eu não conseguia alcançar, ela mesmo se masturbou, freneticamente. Finalmente consegui meter meu pênis dentro e parei por um minuto, para aproveitar cada momento do sexo anal. Eu sabia que esta seria provavelmente a primeira e única vez que eu iria colocar na bundinha dela.
Ao final, cedi aos pedidos dela para apressar as coisas e comecei a movimentar meu pinto para dentro e para fora dela. Me deliciei com esta sensação tão nova, do esfíncter apertado ao redor de meu pau, a bunda dela batendo contra minha barriga. Ignorei completamente seu pedido e tive o maior orgasmo de minha vida, quando despejei uma enxurrada de esperma dentro de seu reto. Tirei para fora e ainda dei um jato final de cortesia sobre suas nádegas, para mostrar que eu a escutava.
Depois de tudo, sentada no toilete ela resmungava e reclamava, dizendo que aquilo era grosseiro, selvagem, que não era “fazer amor” e pela primeira vez em nosso casamento tive que concordar com ela.
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