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Você aproveita e põe mais um dedo no rabo: agora tem dois. Tira da bocetinha e olha a cena: os dedos entrando e saindo, entrando e saindo. Alarga meu cuzinho que todo dia após a transa volta a ficar apertadinho.. Das preparativas de higiene e lubrificação ao clímax do prazer, acompanhe a perspectiva do prazer anal e da dupla penetração segundo a visão de uma esposa dedicada.
Uma coisa que sempre me maravilhou são as imensas diferenças das pessoas em relação ao sexo. Desejos, taras, fetiches…O que excita alguém, pode ser repulsivo para outro. E vice-versa. Mais misteriosas ainda são aquelas fantasias…
Mais uma foto espetacular, os rostos dos dois jovens e suas expressões capturadas no exato momento em que ele enterrou o cacete até o talo. O grito de sua amiga e o êxtase dele foram imortalizados no cartão de memória da máquina digital. Movendo-se para trás do sofá, ela capturou a imagem do quadril dele pressionado contra a curva da bunda dela. Ele tirava e punha de novo, fotografias eram tiradas em sequência, especialmente do cuzinho dela sendo arrebentado, a pele esticada ao redor de sua circunferência, parecendo que fosse rasgar. Cada parte do corpo dela falava de dor e prazer ao mesmo tempo.
Quando ele se aproximou da “xana” de minha mãe, que agora aparecia quase em close na tela, vi e comparei o tamanho dos órgãos sexuais e imaginei ser praticamente impossível aquela penetração ocorrer. Quando vi a cabeça abrir os lábios daquela vagina que parecia frágil ante àquele mastro enorme e começar a entrar, não aguentei: me desesperei, joguei o desodorante para cima, ajoelhei-me na cama, na frente do laptop, enfiei três dedos em mim, puxei para cima e sufoquei um grito de gozo. Um perturbador e intenso conto erótico, relatando confissões entre mãe e filha acerca de pênis enormes, orgasmo múltiplo feminino, sexo e dilatação anal, ejaculação feminina.
A visão do outro deve ser sido realmente algo incrível: o pau de seu amigo enterrado bem fundo em meu cu, minha boceta aberta e molhada, minhas pernas jogadas para o alto. Eu estava totalmente a sua mercê, oferecida como um objeto sexual e, claro, o efeito era abalador. A boca dele estava entreaberta e, juro, um fino fio de baba começa a escorrer pelo queixo enquanto ele batia uma punheta freneticamente…
A verdade é que eu já havia tentando inúmeras vezes, mas April sempre recusava. Agora eu estava sentado como um pato, enquanto minha namorada ia ser deflorada analmente por outro homem, tudo por causa de uma aposta. Uma onda de inveja se espalhou por meu corpo, enquanto eu via Will masturbava seu pênis, espalhando o lubrificante. Então ele meteu a mão entre as nádegas de April, depositando um pouco do fluido lubrificante sobre o ânus dela…
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